Especial #TBT | O Mágico de Oz
- 18 de mai. de 2023
- 4 min de leitura
Depois de pedidos, o nosso queridinho #TBT está de volta, dessa vez com um clássico do final da década de 30. O Mágico de Oz chegou aos cinemas, sendo marcado por suas varias polêmicas, envolvendo seu elenco e direção. Esse clássico foi aquele tipo de filme que não fez tanto sucesso em sua estreia, mas se tornou um clássico anos depois. A obra teve um roteiro de surpreendente de 12 pessoas e a direção de Victor Fleming.
Trailer oficial
Sinopse:
Dorothy e seu cachorro Totó são levados para a terra mágica de Oz quando um ciclone passa pela fazenda de seus avós no Kansas. Eles viajam em direção à Cidade Esmeralda para encontrar o Mago Oz e no caminho encontram um Espantalho, que precisa de um cérebro, um Homem de Lata sem um coração e um Leão Covarde que quer coragem. O Mago pede ao grupo que tragam a vassoura da Bruxa Malvada do Oeste a fim de ganharem sua juda.
Uma das cenas mais marcantes do filme
Com uma duração de 112 minutos, o filme teve o orçamento de 2,8 milhões, e arrecadou uma bilheteria mundial de 29,7 milhões USD. O Mágico de Oz não foi um grande marco em seu ano de estreia, assim como outros filmes hoje são considerados clássicos. Contudo, mesmo com todas as suas polêmicas e reviravoltas, o filme não passou despercebido pela grande premiação do Oscar, garantindo duas estatuetas para a obra.

Algumas curiosidades:
Judy Garland não foi a primeira opção da MGM para interpretar Dorothy, pois o livro de L. Frank Baum deixava bem claro que a menina tinha apenas 10 anos. Por este motivo, a produtora cogitou escalar Shirley Temple para o papel, uma estrela mirim da época.
O filme foi um fracasso de bilheteria em sua estreia. Somente anos mais tarde é que se tornou um sucesso. O Brasil foi um dos poucos países onde o filme foi bem sucedido nas bilheterias, em sua exibição inicial.

Na história original do livro, os sapatinhos de Dorothy eram prateados. Entretanto, devido às técnicas de cores, foram modificados para o vermelho. Assim, foram fabricados oito pares de rubi para o filme, sendo que um deles foi roubado muitos anos depois e o último a ser vendido alcançou o valor de $165 mil dólares.
A atriz Gale Sondergaard foi chamada para interpretar a Bruxa Má do Oeste, mas ela desistiu da personagem porque não queria aparecer feia no filme. Foi aí que Margaret Hamilton foi chamada para papel.

A canção Over the Rainbow quase foi cortada na edição. A MGM achou que a sequência do Kansas estava muito longa, e podia ser cansativa.
A neve usada no filme era, na verdade, amianto, material de construção extramente tóxico.

O vestido usado por Glinda, a Bruxa Boa do Sul (Billie Burke), já havia sido utilizado por Jeanette MacDonald, em A Cidade do Pecado.
O produtor Mervyn LeRoy queria um leão de verdade no filme, dublado por um ator. Chegou a testar Jackie, o leão dos letreiros da MGM, mas a ideia logo foi descartada.

A estrada de tijolos amarelos inicialmente seria verde. A mudança de cor aconteceu após uma das paralisações nas filmagens, quando ficou definido que a cor amarela seria a melhor a ser usada em um filme feito com Technicolor.
Vários figurantes que interpretavam os macacos voadores alados também se feriram nas filmagens. Eles eram suspensos por cordas de piano, e derrubados no chão bruscamente, à medida que eram abatidos em cena.

A tecnologia então inovadora Techicolor exigia mais luz do que o normal. Isso significa que a temperatura nos sets de filmagem às vezes se aproximava dos 40ºC.
O Mágico de Oz concorreu a seis Oscars, incluindo o de melhor filme. Venceu em duas categorias: melhor trila sonora e canção original.

Judy Garland teve uma crise de risos durante uma cena. O diretor Victor Fleming a levou para um canto e lhe deu um tapa na cara, junto com um grande sermão.
Em uma das cenas, seria preciso unir imagens coloridas e em sépia em uma mesma tomada, mas a tecnologia da época não permitia isso. A solução foi pintar o cenário e vestir e maquiar Dorothy em tons de marrom. Assim, na cena em que ela abre a porta e vê Oz, o que vemos é na verdade uma tomada colorida com a parte do quarto pintada de tinta.

Ray Bolger teve problemas com a maquiagem. As próteses que ele usava causaram marcas em seus rosto, que levaram mais de um ano para desaparecer. Isto lhe custou muitos trabalhos e o ator só conseguiu retornar ao cinema no filme Sunny, feito em 1941.
Jack Haley, o ator que viveu o Homem de Lata, não conseguia sentar com o figurino e, para descansar, tinha que se encostar em uma placa. Anos mais tarde, ele declarou que não sentia orgulho do filme, pois as filmagens, para ele, foram um inferno.

O filme está atualmente disponível na HBO Max.
Fiquem ligados pois todas as quintas-feiras teremos um #Tbt novo para vocês!

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